sexta-feira, 27 de junho de 2014

Ahhh lá vou eu entrar nessa discussão...

Sempre pensei que nós mulheres estávamos lutando pelo nosso direito de ser livre em um mundo opressor, pela igualdade na sociedade, pelo direito de fazermos nossas escolhas e arcar com suas consequências. Ao mesmo tempo, percebo que esse movimento, acaba por nos segregar. Antes que minha cabeça role, vou explicar, apoio todo tipo de luta por direitos, não só o das mulheres, mas de todos os grupos que de alguma forma tem sua liberdade tolhida. 
Nos últimos dias, venho acompanhando alguns debates sobre um famigerado texto que pelo título já tínhamos uma ideia do que viria: "A incrível geração de mulheres que foram criadas para ser tudo o que um homem não quer." Esse texto foi compartilhado exaustivamente por mulheres que, ao meu entendimento, não estavam lutando por direitos, ou debatendo um novo comportamento na sociedade, mas estavam tentando fazer uma promoção pessoal, "sou uma mulher de sucesso e não tenho namorado porque eles não aguentam o meu brilho". Em tempos de redes sociais, óbvio que um texto desse iria servir a esse propósito.
O texto fala de mulheres bem sucedidas, independentes, auto suficientes, mas que não são compreendidas pelos homens, que pararam de evoluir, criando um estereótipo de homem e um de mulher. Me desculpe, mas quem compartilhou esse texto me soou um tanto quanto esnobe e desesperada pra justificar uma solteirice que insiste em manchar uma imagem de sucesso. Até aí tudo bem, se você quer expor suas qualidades e reclamar da vida, faça se isso vai te deixar melhor, mas não me venha generalizar a partir da sua experiencia ou ponto de vista. Esconder uma insatisfação pessoal atras de uma bandeira justa é tirar o crédito de uma luta verdadeira. Isso é muito egocentrismo.
Por detrás desse discurso maravilhoso e feminista acho que você não está feliz sem um "macho alpha neandertal" do lado, mesmo sendo essa super mulher, que tentou exaltar. E sinceramente, tudo bem com relação a isso. Existem pessoas felizes sem alguém do lado, mas existem pessoas que não conseguem ser felizes sozinhas, cada um tem o direito de procurar a felicidade onde ela estiver e não há nada de errado nisso. 
O que há realmente de errado nisso é julgar e ser julgada por essas escolhas, pelas opções que fazemos. Seria eu menos mulher, ou tenho menos mérito por ter ou querer um namorado dessa geração que esse texto afirma ser despreparado para nós? Vou ser menos feminina, ou não merecedora dos meus direitos se admitir isso? Obvio que não, porque esse texto é um equivoco, ou existem infinitas exceções. Vamos lá meninas, admitam que no fundo o que incomoda mesmo, não é ser uma mulher "bem sucedida" nesse mundo machista, mas sim a falta de alguém. Eu admito e não me julgo menos que ninguém por isso. Afinal existe o livre arbítrio, certo? E 'ai' de quem ousar a me desaprovar, é a minha escolha. Assuma suas escolhas, não se esconda atras de belas palavras, é mais digno.
A luta não é pra provar quem é mais, mais mulher, mais feminista, mais liberal, mais bem sucedida, a luta toda é pela liberdade de poder ser mais mulher, mais feminista, mais liberal, mais bem sucedida, sem ter que precisar ficar dando satisfações ou sendo julgada. Definitivamente não quero viver nessa sociedade que eu precise passar por uma check list pra ser considerada bem sucedida (de acordo com o texto eu não sou). Se eu fosse tudo aquilo e não tivesse amor, não seria feliz e, para mim, é isso que importa. Opa opa, não joguem tomates em mim, é o meu ponto de vista.
Agora precisamos entrar no mérito desse texto. Com tantos estereótipos, o que de bom ele trouxe? No fim, o texto serviu pra inflamar homens contra as mulheres e mulheres contra mulheres. Aumentando a discussão e o abismo que existe quando o assunto é igualdade.
Por uma sociedade onde eu não precise pagar de ultra feminista radical postando textos que afirmam o quanto sou uma mulher foda pra esconder meu real desejo de querer um homem!! 

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Nós

Destino, universo ou carma. Aconteceu. O beijo, o toque, o abraço, a cama, o cheiro, a voz, a pele e os arrepios. Foi. Foram palavras e lágrimas, cenas e desculpas. Dúvidas. Foi encanto e decepção, paixão e raiva, desejo e desprezo. Insegurança. Orgulho. Foi a intensidade. Foi o adeus, o recomeço e o tédio. Foram enganos. Idas e vindas. Foi demorado; longa e dolorosa espera. Foi decisão. Virou aprendizado, respeito e calma. É amor. Somos nós.

sábado, 22 de março de 2014

Felicidade

Entre tantas teorias doidas na minha cabeça, penso que a felicidade é um ponto de avaliação do amadurecimento. Quando somos jovens idealizamos a felicidade como um conjunto tão grande de coisas que a tornamos quase impossível no nosso cotidiano. Associamos ela ao 'ter', ter estabilidade financeira, ter os desejos realizados, ter status, ter amigos, ter um corpo desejado, ter uma vida perfeita. Nessa fase, temos felicidade e não somos felizes. Isso é tão efêmero, é algo que pode ser perfeitamente comprado; a felicidade começa quando notamos que conseguiremos algo desejado e acaba quando conseguimos. Nessa fase em questão, acho que ninguém quer ser feliz, na verdade, queremos aparentar felicidade e, ainda ouso a dizer, quem faz algo pra buscar essa tal "felicidade verdadeira" (vou chamá-la assim) não é visto com bons olhos. Quem nunca rotulou alguém pelo gosto peculiar? Quem nunca chamou de louco, alguém que teve coragem de abandonar velhos paradigmas, de deixar algo pra trás em nome do que traria felicidade?
E o que me faz quase comprovar essa louca teoria, é que todos que eu conheço já passaram por isso, e infelizmente, ainda vejo uma grande maioria nessa busca insana por TER felicidade. Não estou julgando ninguém, até porque como já disse, realmente penso que isso é uma fase da evolução, do amadurecimento.
Eu, infelizmente, não tenho esse desapego todo que estou cultuando e não posso negar. Sou materialista, sou infantil, e por isso, ás vezes me sinto infeliz e injustiçada pelo mundo. Não tenho 50% de tudo que eu queria, materialmente falando, mas o que me deixa feliz, é saber que o pouco que tenho, consegui honestamente, economizando, trabalhando e planejando.
Já a minha visão romântica da vida, fez com que eu atrelasse a minha felicidade, muitas vezes, à pessoas. Sofria demais com a perda de "amores" egoístas, de amizades eternas que duravam uma balada. Isso durou até pouco tempo, quando fui obrigada a conviver mais comigo mesma e aprender que eu precisava deixar ir quem não queria ficar. E nessa dinâmica, o que ficou e resistiu, se mostrou verdadeiro e para minha surpresa, me deixou feliz. Nunca senti tanto alivio por perder, acho que o peso que carregava por atrelar minha felicidade à pessoas, era grande demais para esse ser de corpo franzino e mente frágil, pois tudo que acontecia me afetava num grau demasiado exagerado, tanto as coisas boas, como as ruins. Era uma simbiose perfeita, mas prejudicial. A felicidade que eu tinha era fazer parte de algo idealizado, mas que provou não ser verdadeiro.
Tenho que admitir, que eu não procurei essa mudança, infelizmente; queria poder dizer que eu havia percebido onde estava o que realmente me deixava feliz, mas na realidade, foi muito traumático. No começo era uma dor imensa, perder o chão não é fácil. Poderia até "psicologizar" um pouco e falar da resiliência, dessa capacidade que temos de pegar essas situações adversas e transformá-las em vontade de superar de algum modo, mas ficaria tão chato. O fato é que eu precisava de um choque, pra poder entender que tudo estava errado. Quando me vi caindo num limbo, tive ao meu lado pessoas que me deram total apoio, não por dó, mas por me conhecer plenamente e, por isso, ainda enxergavam em mim um valor que tinha esquecido, empurrado pra de baixo do tapete, pra poder ter a felicidade efêmera, a mais fácil de conquistar. Ainda me envergonho de lembrar.
Apesar da dor intensa, agradeço a tudo e todos que tiveram algum papel nisso. 
Hoje em dia, convivo e me dedico à minha família, aos poucos amigos que me acompanharam nessa evolução, ao amor da minha vida, ao meu emprego e à vontade de fazê-los felizes. E como nada no mundo, isso não é perfeito (porque não precisa ser), mas me faz dormir com a certeza de que estou dando o meu melhor à coisas verdadeiras. Estou em paz e tentando SER feliz.
                

               

                


quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Texto roubado da Maria Eduarda Alves, mas é tão eu...

Eu não quero estar nas capas de revistas, não quero ter meu nome estampado em todos os lugares, não quero aparecer na televisão, não quero toda a riqueza do mundo, não quero só o luxo, não quero que se realizem todos os desejos fúteis de uma vida idealizada.
Tenho sim minha vida idealizada com diversos desejos considerados fúteis, mas, além disso, tenho os princípios dos quais fui educada a ter. Tenho o desejo de ter uma profissão e de ser bem sucedida no que quer que eu faça, sonho com uma família bem formada, com muitas farras em uma juventude recheada de histórias pra contar, várias viagens e incontáveis amigos pra guardar por toda uma vida.
No entanto, só isso não me basta. Não é suficiente pra mim passar por essa vida sem deixar nenhum legado, não digo legado escrito em alguma matéria científica e muito menos mal formada em alguma revista de fofoca. Digo o legado que se deixa nas pessoas após a morte, aquela lembrança boa de alguém que faz falta.
Quero inspirar as pessoas em vida por ser quem sou, sem forçar a barra, sem me inventar de outras formas para agradar ninguém, quero ser lembrada por quem eu realmente sou. Quero inspirar as pessoas até mesmo depois de morta, se nenhum dos meus planos der certo, ao menos sei que deixei algo de grande valia. Sei que deixei a mim.
É estranho pensar sobre isso, mas faz todo o sentido (ao menos pra mim), digo, querer não somente as riquezas capitalistas, querer mais que isso, eu sou mais que isso! Eu sou o sorriso aberto, sou as dobrinhas acima do nariz, sou o tropeço de todos os dias, sou a gargalhada presa na garganta, sou a discussão sobre tudo, sou os argumentos que uso, sou os conselhos que dou, sou tudo o que faço, e tudo o que faço faz-me ser quem sou.
E quando eu me for, é isso que quero deixar. É sobre isso que quero que lembrem, não quero que lembrem de mim pelo que eu tive, quero ser lembrada por quem eu fui, pelas atitudes que tomei, pelas piadas que contei. E quero inspirar pessoas, quero que alguém olhe pra mim e pense “Eu queria ter esse gingado”, “Eu queria ter essa força”, “Por causa dessa pessoa hoje sou quem sou”.
Deixo aqui meus argumentos fundamentados em uma tarde chuvosa, para que todos tentem -de alguma forma- inspirar outra pessoa a ser aquilo que elas querem ser. Deixo aqui um pedido para que sejamos aquilo que somos, e não aquilo que querem. Porque no fim, a única coisa que resta é aquilo que somos, e ahhh... Como é bom sermos nós mesmos!

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Eu tenho medo de mudanças, sempre tive. Vivo medindo as coisas, analisando e acabo perdendo o tempo certo de me jogar em algo, ou de sair de algo. Penso em tudo que eu imaginei que aconteceria, os sonhos, os momentos e me sinto perdida por não estar vivendo isso. Talvez o meu problema seja esse, imaginar de mais, querer de mais.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Admito!

Cheguei a conclusão que eu quero alguém do meu lado. Faz um tempo que estou percebendo os sinais e admitir isso ainda me choca, porque já julguei demais as pessoas que queriam e lutavam para conseguir alguém e, em segundo, porque tenho medo do desespero que isso provoca. Já me apaixonei  inúmeras vezes, já sofri incontáveis vezes também, mas nunca senti falta do que eu não tenho. Eu não tenho alguém que se interesse pelas minhas coisas, eu não tenho alguém que ouça as minhas besteiras, infantilidades, as minhas brincadeiras idiotas, alguém que me aguente quando eu estiver triste, chata e mal humorada. Estou cansada de estar sempre aparentando felicidade e compreensão, pelo medo de afastar e perder pessoas. Quero ser eu! Um 'eu' que também é falho, com inseguranças, porque ainda não existe motivos para confiar. Eu queria poder falar das coisas que eu não gosto e gosto sem ter medo de causar chateação, queria poder sentir que eu vou ter alguém, mesmo depois de brigar com o mundo, queria poder me sentir querida, ou que estão despendendo de um minuto do dia pra me fazer sentir especial, que estão pensando em mim, que se preocupam com o que eu penso. Sim, eu sou carente. Sempre fui e nunca neguei que essas pequenas coisas fariam uma diferença enorme pra mim. Aquele negocio do "alô, só liguei pra ouvir sua voz" me encanta, me faz voar, e faz muito tempo que não ouço. Gosto quando a pessoa demonstra ciúmes, isso é normal em certas ocasiões; amo quando andam de mãos dadas. Antes eu era fria, agora devo estar quente de mais, melosa de mais.
Sou cheia de defeitos, eu sei.
Por puro romantismo, venho lutando comigo mesma e com o resto do mundo por uma causa que, ás vezes, acho que está perdida: reciprocidade, respeito e atenção. Passo por cima de mim mesma quando sinto que posso fazer outra pessoa feliz e queria que alguém fosse capaz disso também. Brigo em casa, saio com dor, sono, frio, fome, pra poder ver quem me faz bem. Talvez isso seja um erro, ou falta de amor próprio, mas é verdadeiro, é altruísta. Nada me deixa mais contente do que simplesmente estar na presença. Seja em qual estado estiver, porque um relacionamento é isso, você estar com alguém para qualquer coisa. É muito cômodo a gente fazer uma pessoa feliz durante um mês e em um dia de discussão você apertar um botão e fazer a pessoa desaparecer durante uns dias. Mas é disso que as pessoas estão fugindo, desse compromisso de ter que estar ao lado, não só nos momentos de prazer e alegria. Tem gente querendo alguns momentos legais e tem gente aceitando esses poucos momentos. Momentos deliciosos que não compensam a falta que o outro faz em diversas outras ocasiões. Isso se chama conflito de interesse. Alguns querem diversão, um momento pra esquecer dos problemas do trabalho e da rotina, outros querem fazer parte, também, desses momentos tediosos. Tenho medo de ser mal interpretada, como grudenta. Não é isso que procuro, ninguém quer isso ou aguenta isso por muito tempo. Eu falo de segurança, certezas, que ninguém quer dar ou transmitir.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

...

Confesso que ainda não sei bem porque eu voltei a escrever aqui. Pra mim, esse blog já estava acabado, assim como a pessoa que um dia escreveu nele... Tá, isso foi bem dramático, mas além de estar na T.P.M., eu passei a noite pensando nas coisas que aconteceram na minha vida desde quando eu desisti de ser o que eu já fui um dia, desde quando eu resolvi vestir uma fantasia e criar uma barreira entre mim e as coisas que podiam me machucar, que realmente poderiam me destruir.
Eu já fui uma romântica, uma pessoa que lutou contra tudo e todos por alguém, pra estar com alguém e fui imensamente feliz. Nunca fui tão feliz. Era uma troca, eu dava o meu melhor, aprendi a ser melhor, sentia segurança e confiava cegamente. Eu não precisava ouvir nada pra saber o que estava se passando, era só trocar um olhar e um sorriso se abria. Tudo que eu precisava entender estava ali, existia amor e pronto. Isso bastava. Era mágico. Mas como tudo o que é muito, que não tem um equilíbrio, acabou. Ainda não sei bem o motivo e, sinceramente, acho que não preciso mais saber. Eu acabei descobrindo que se não aconteceu, talvez seja porque alguém, alguma força ou o destino tem planos melhores.
Quando toda essa mágica acabou, eu me fechei, me reinventei, criei uma personagem pra encarar as coisas dali por diante. Era muito mais fácil pegar tudo o que foi vivido e trancar em um baú no fundo do armário, em vez de encarar. Desenvolvi um medo enorme de perder as pessoas e uma vontade fora do comum de cuida-las, ás vezes sufocante, um medo gigantesco de demonstrar o que eu sinto e o que eu quero, porque se não desse certo, poderiam falar "ahh, ela nem gostava mesmo".
Essa personagem, era engraçada, alegre, gostava de ver os outros felizes e isso bastava pra deixá-la bem, mas tinha medo de encarar e lutar pela sua própria felicidade
Essa personagem se encantou algumas vezes e errou em todas elas. Entrava em relacionamentos impossíveis e que o final era previsível, para que se algo acontecesse de errado tivesse uma justificativa: "ahhh, mas também né, como ia dar certo.." . Tudo isso para não encarar os próprios erros. Em outras vezes, sabia que podia dar certo e desistia.
A verdade é que tinha absoluta certeza que tudo isso não era pra ela. Talvez por motivos freudianos nunca se julgou merecedora, mas acho que isso não vem ao caso. Lá vem eu com a Psicologia né?
O que realmente interessa é que depois de tanto tempo, de tantas idas e vindas, de sofrer por coisas que não valiam a pena, depois de considerar importante coisas e pessoas erradas e deixar de lado as verdadeiras, apareceu alguém. É aí que entra o destino, porque agora eu acredito que ele ter aparecido e ter acreditado que comigo poderia dar certo só pode ser coisa do destino. Talvez ele tenha aparecido pra me mostrar que as coisas podem ser melhores do que são, que as coisas não podem ser mornas ou 'mais ou menos', elas serão melhores se eu quiser.
Esse alguém não cedeu aos caprichos infantis da menina mimada, esse alguém queria conhecer a essência que estava quase perdida.. Eu falei quase, porque como um tapa na cara, todo aquele sofrimento que um dia me fez desistir de tudo, voltou. E esse sofrimento me mostrou que eu ainda sou capaz de ser, de acreditar que eu posso ter aquela felicidade de novo, de sentir que alguém gosta de mim pelo o que eu sou e não pela personagem legal e descolada.
O problema de tudo isso é que eu percebi um pouco tarde. Era a personagem legal, descolada, insegura, fria e mimada que evitava maiores ligações e que aos poucos foi percebendo a importância que essa pessoa estava ganhando e conquistando na minha vida. Foram várias tentativas de afastar, de ferir e de testar e com muita paciência, provou ser a melhor coisa que apareceu em muito tempo. Apesar de tudo ainda tentava mostrar que eu podia ser melhor.
Mas acabou. Quem não cansaria da menina problema?
Eu estou com medo.
A briga interna entre a essência e a personagem fez mais uma vítima e quem saiu perdendo mais uma vez, fui eu.